“Aqui foi onde tudo começou”: de aluno a colaborador, conheça a trajetória de Mathias Pinheiro no Colégio Mão Amiga
- Mão Amiga

- 12 de mai.
- 3 min de leitura
Após 11 anos como aluno, ele retorna ao Colégio como colaborador, refletindo o impacto de uma educação que acolhe e floresce os caminhos

Aluno do Colégio Mão Amiga por 11 anos, Mathias Pinheiro agora escreve um novo capítulo dentro da própria história: hoje, como Assistente de Comunicação, ele retorna à instituição onde cresceu e construiu grande parte da sua trajetória. Foi mais de uma década atravessando diferentes fases da vida no mesmo ambiente, tempo suficiente para considerar a escola como parte importante de sua vida. “Eu cresci e passei grande parte da minha vida aqui. Fiz amizades muito importantes, conheci gente que eu levo para a vida. O colégio, para mim, foi e está sendo fundamental”, resume.
O que mais marcou Mathias não foi apenas o conteúdo aprendido em sala, mas as relações construídas no cotidiano. Em um ambiente que valoriza acolhimento, cuidado e convivência, ele encontrou espaço para se desenvolver e florescer tanto como aluno, quanto como ser humano, percurso que hoje se reflete em uma conquista significativa: o ingresso no ensino superior.
Em um contexto em que o acesso à universidade ainda representa um desafio para muitos jovens de Itapecerica da Serra, essa conquista reforça o impacto de uma educação que abre caminhos e transforma futuros. Atualmente, o ex-estudante da instituição cursa Rádio, TV e Internet na Universidade Anhembi Morumbi, dando continuidade aos estudos, ampliando horizontes e consolidando uma formação que começou no Colégio Mão Amiga.
Mais do que boas memórias e dos aprendizados, as experiências práticas também tiveram um papel importante na sua formação. Atividades como feiras de ciências e eventos escolares exigiam dos alunos organização, criatividade e trabalho em equipe — habilidades que, hoje, ele reconhece como fundamentais na vida profissional.
Em um dos projetos, sua turma transformou a sala em estações para abordar o aquecimento global, criando uma experiência imersiva para o público. E foi o processo de pensar coletivamente, testar novas ideias e apresentar para outras pessoas que fez a diferença. O incentivo à autonomia e à experimentação ajuda os alunos a desenvolverem não só competências técnicas, mas também confiança para tomar decisões, inclusive sobre o próprio futuro.
Segurança e confiança para concretizar sonhos
Ao longo do Ensino Médio, Mathias conta que passou por mudanças importantes em relação aos seus planos de carreira. O que antes parecia certo foi sendo questionado por ele mesmo, até dar espaço para novos interesses e possibilidades. Parte disso se deve ao programa de Mentoria, que ele relembra como algo importante na sua formação.
“Eu sempre achei que ia seguir para a área de exatas, pensando na questão financeira. Mas com o tempo fui entendendo que não era isso que eu queria de verdade. O colégio teve um papel muito importante nisso, o programa de Mentoria me ajudou a repensar o meu futuro. Aqui, os professores sempre deixaram claro que a gente podia mudar de ideia, que não precisava ter tudo decidido ‘pra ontem’. Eu entendi que podia escolher outro caminho e conversar com os mentores me deu muita segurança para a minha decisão”, conta.
O Colégio Mão Amiga se destaca justamente pelo olhar individualizado e pelo cuidado com o desenvolvimento integral do aluno, algo que vai além do desempenho acadêmico e considera também aspectos pessoais, emocionais e sociais. Hoje, de volta como colaborador, ele enxerga esse cuidado sob uma nova perspectiva.
No dia a dia, acompanha a comunicação institucional, produz conteúdos e se envolve em iniciativas que conectam alunos, famílias e parceiros. Mais do que executar tarefas, Mathias se vê como parte de um ciclo contínuo de transformação, agora contribuindo para que outros alunos vivam experiências tão marcantes quanto as suas.
Ao revisitar a própria história, o ex-aluno reconhece o impacto desse percurso e quem ele se tornou. E, para aqueles que ainda estão vivendo essa fase, deixa um recado direto, simples e necessário: “É uma fase que passa muito rápido, depois fica a saudade. Então aproveitem tudo: os amigos, os professores, as oficinas, feiras e até os desafios. Não deixem passar, porque depois vira memória. Desfrutem de todas as oportunidades que vocês têm aqui”, finaliza o Assistente de Comunicação.











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